XI Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho da Fazenda Aratuá

Colaboradores da Camanor durante a XI SIPATR da Fazenda ARa

17/11/2020

A Semana de Prevenção aos Acidentes de Trabalho (SIPATR) na Fazenda Aratuá, que aconteceu de 9 a 13/11, contou com uma diversificada programação. Temas como Novembro Azul, ações educativas de fisioterapia com blitz ergonomicas e competições esportivas foram realizadas.

Esta foi a décima primeira edição do evento, que teve como tema o conceito "Ser responsável é agir com segurança!".

A SIPATR foi um grande momento que se colocou também como um agradável cenário para integração de toda equipe. Além do café da manhã no dia da abertura e do almoço coletivo no último dia do evento, também foi sorteado um kit de churrasco oferecido pela UNIODONTO.

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X Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho da Fazenda Cana Brava

Colaboradores da Camanor durante a XI SIPATR da Fazenda ARa

30/10/2020

A Décima Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho da Fazenda Cana Brava, que aconteceu de 19 a 23/10, foi um sucesso.

Com o tema "preveção é um ato de salvar vidas" os cinco dias de evento reuniu os colaboradores da unidade de Barra de Cunhaú para atividades como palestras, circuitos de saúde e momentos de confraternização.

No último dia de atividades foi realizado um quiz, pelo setor de Saúde e Segurança, que presenteou os melhores participantes com alguns prêmios.

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32º Congresso Abrasel - Digital

Setor da Saúde da Camanor relizando visitas domiciliares

24/08/2020

De 26 a 28 de agosto acontecerá o Congresso Nacional da Abrasel. A Camanor marca presença com um estande virtual e o evento trará grandes nomes para palestrar.

Para acomapnhar o evento, acesse o endereço congressoabrasel.com.br

Projeto Tamar divulga relatório de atividades sobre a temporada de desova 2020

Projeto Tamar

10/08/2020

O Projeto Tamar divulgou o Relatório de Atividades relativas à temporada de desova 2020. A Camanor é parceira do projeto. O trabalho conjunto envolve o monitoramento das desovas de tartarugas marinhas ao longo do litoral de Barra de Cunhau e Baía Formosa. E, para isso, foram adquiridos uma moto e um caiaque para os tartarugueiros.

No caso da moto, o uso é para monitorar em Baia Formosa. Já o acompanhamento dos ninhos em Barra de Cunhau e Olho D’Água é desenvolvido de caiaque.

No relatório é destacado que a área de trabalho em Sagi registrou 110 ninhos sendo liberados aproximadamente 7.000 filhotes, que realizaram sua caminhada para o mar.

Já nas praias de Barra de Cunhau e Olho D’Água o trabalho foi feito a pé e a travessia da Barra através de caiaque. Foram registrados e marcados 304 ninhos sendo 256 no Olho d'água e 48 na Barra do Cunhaú. Mais de 20.000 filhotes nasceram e realizaram sua caminhada ao mar.

O relatório do projeto Tamar aponta que em ambas as regiões trabalhadas, 97% dos desovas são da espécie Tartaruga-de-pente, animal criticamente ameaçada de extinção.

Brasil

No Brasil a temporada reprodutiva vai de setembro a março, mas as tartarugas de pente, principal espécie encontrada no Rio Grande do Norte, tem comportamento diferente, indo de novembro a maio.

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O CEO da Camanor, Werner Jost, participou de live promovida pelo canal International Fish Congress

08/06/2020

O CEO da Camanor, Werner Jost, que atua como diretor comercial da CamaraoBR, participou de live promovida pelo canal International Fish Congress.

Ao lado de Altemir Gregolin e Enox Maia, ele falou sobre o mercado do camarão, ações de sustentabilidade e as expectativas para o mercado nacional e internacional.


Mesmo na pandemia, agronegócio e exportações ganham força

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05/06/2020

Considerado serviço essencial, o setor não parou durante o isolamento social decretado pelo Governo do Estado. Melhor disponibilidade de recursos hídricos traz segurança para expansão dos negócios

Menos afetado pelo período de calamidade que, nos últimos três meses, impôs fortes perdas para diversos setores da economia, o agronegócio cearense espera forte incremento tanto na produção como nos investimentos no segundo semestre.

Além do aumento da demanda esperado com a retomada gradual das atividades econômicas não essenciais, a situação dos reservatórios cearenses está melhor do que em anos anteriores e a chegada das águas do Rio São Francisco, prevista para o segundo semestre, dará maior segurança hídrica para investimentos na agricultura irrigada.

"O setor agropecuário no Ceará vem se sobressaindo durante essa pandemia, até porque o setor de alimentos não parou e tem uma demanda constante. Alguns setores até cresceram, como o de frutas cítricas, no começo da pandemia, e o de alimentos saudáveis", diz Sílvio Carlos, secretário executivo do Agronegócio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Trabalho (Sedet).

Entre os setores que mantiveram o ritmo de produção, se destacam a pecuária leiteira, a fruticultura e o segmento de algodão. "O setor leiteiro cresceu nesse período. E o algodão, que vem crescendo muito nos últimos dois anos, manteve o ritmo, ajudado pela demanda da indústria têxtil local. Os setores estão bem animados", destaca Silvio Carlos, lembrando que, com a transposição, a produção de algodão irrigado poderá dar um salto no Ceará.

Exportação

Outro fator que vem animando o setor local é a abertura de mercados na Ásia para produtos brasileiros, sobretudo as frutas, cuja safra tem início em agosto. "No segundo semestre, teremos a China e o Vietnã comprando melão. Com o dólar em alta, os nossos produtos ficam ainda mais atrativos para o comprador externo", diz Silvio Carlos.

Por outro lado, segundo o presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas), Luiz Roberto Barcelos, haverá uma redução de 20% na área plantada do setor por precaução.

"Nós abastecemos a Europa no inverno deles. Estamos recebendo pedidos de clientes em volume menor, muitos deles ainda não confirmaram. Como temos que preparar terreno, comprar sementes, mudas, estamos plantando no escuro, coisa que, em outros anos, não acontecia". Ainda assim, Barcelos espera que o câmbio compense a recessão causada pela pandemia no continente europeu.

O secretário Sílvio Carlos destaca ainda boas perspectivas para a indústria pesqueira em geral com a abertura das exportações para a Europa. "O Ministério da Agricultura conseguiu abrir o mercado Europeu, que tem uma demanda muito grande por peixe, principalmente o atum. Ainda há pequenos entraves, mas a expectativa é boa. O que nos preocupa um pouco é a lagosta, que tem no mercado americano o principal comprador e está parado", pondera.

Camarão

A carcinicultura também prospecta compradores no exterior para retornar as exportações. Segundo Cristiano Maia, presidente da Associação Cearense dos Criadores de Camarão (ACCC) e da Camarão BR - entidade que representa as 20 maiores empresas produtoras de camarão do País -, há negociação com possíveis clientes no Canadá, Estados Unidos e África do Sul.

"Estamos negociando, mas o problema da pandemia é mundial. O consumo de camarão é 80% relativo a bares e restaurantes, no Brasil e lá fora. Então, esperamos o retorno desse setor para voltarmos a vender plenamente", prevê.

Com a dependência da atividade dos restaurantes, os produtores que não tinham como armazenar os crustáceos acabaram perdendo a produção. Segundo Maia, houve um corte de 40% no povoamento das fazendas. "Ficamos só com camarões que já estavam em viveiro. Se os restaurantes voltarem em julho, aí deveremos retomar o povoamento, com nova produção em outubro"..

O presidente da ACCC ainda estima que o Estado possua estoque de 3 mil toneladas de camarão congelado. "Como as pessoas estão mais em casa, até tivemos um aumento do consumo de camarão fresco, que passou de 20% para 30%. Mas só".

O segmento de flores e plantas ornamentais foi outro que acabou sendo impactado pela falta de pontos de vendas e paralisação do segmento de festas e eventos. "Tudo isso impactou muito o setor. E o Dia das Mães não foi como o esperado. Para o Dia dos Namorados, há uma expectativa um pouco melhor por conta da flexibilização", diz o secretário Sílvio Carlos.

Empregos

De acordo com a Federação da Agricultura do Estado do Ceará (Faec), o setor agropecuário do Estado conseguiu manter os empregos "da porteira para dentro", com destaque para a produção de leite, queijo, castanha e mel de abelha. O resultado se deu, sobretudo, pelas vendas em padarias e supermercados. Segundo a entidade, as quatro maiores atividades do agronegócio cearense (bovinocultura de leite, bovino caprinocultura, cajucultura e apicultura) geram cerca de 300 mil empregos.

O último Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE), referente à expectativa em abril, aponta que a produção esperada de cereais, leguminosas e oleaginosas no Ceará em 2020 é 12,9% maior que 2019, com 637,7 mil toneladas e destaque para o arroz, feijão, milho, algodão e mamona.

Notícia retirada do portal Diário do Nordeste. Confira a notícia original clicando aqui.

Setor de Saúde da Camanor realiza visitas nas casas de colaboradores

Setor da Saúde da Camanor relizando visitas domiciliares

28/05/2020

Focando no trabalho educativo e preventivo, a equipe de Saúde da Camanor está realizando visitas nas residências dos colaboradores onde há pessoas do grupo de risco ao coronavírus. O trabalho está sendo realizado em Barra de Cunhau, na zona urbana de Canguaretama e em Vila Flor.

Durante a visita, os técnicos abordam temas sobre as medidas de prevenção ao coronavírus, hábitos de higiene, alimentação saudável e a vulnerabilidade das doenças crônicas.

Camanor apoia projeto Tamar no monitoramento de desovas de tartarugas marinhas

Monitoramento em orla realizado pelo projeto Tamar

24/04/2020

A parceria do projeto Tamar com a Camanor traz bons resultados. Há 101 ninhos em Baía Formosa, outros 236 ninhos em Olho D’Água e 43 em Barra de Cunhau.

O trabalho conjunto envolve o monitoramento das desovas de tartarugas marinhas ao longo do litoral de Barra de Cunhau e Baía Formosa. E, para isso, foram adquiridos uma moto e um caiaque para os tartarugueiros.

No caso da moto, o uso é para monitorar em Baia Formosa. Já o acompanhamento dos ninhos em Barra de Cunhau e Olho D’Água é desenvolvido de caiaque, ambos no município de Canguaretama.

No Brasil a temporada reprodutiva vai de setembro a março, mas as tartarugas de pente, principal espécie encontrada no Rio Grande do Norte, tem comportamento diferente, indo de novembro a maio.

Ministra da Agricultura defende revisão de barreiras comerciais em reunião do G20

22/04/2020

São Paulo e Londres, 21/04/2020 - Em videoconferência com ministros da Agricultura dos países do G20 para discutir o impacto do coronavírus sobre o setor, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, alertou para a necessidade de rever "barreiras comerciais injustificáveis e subsídios que premiam a ineficiência e podem afetar o abastecimento de alguns países", conforme nota divulgada pelo ministério nesta terça-feira (21).

"O covid-19 nos oferece a oportunidade de repensar nosso comportamento coletivo. Vamos vencer a luta contra o covid-19 juntos e emergir dele com uma mentalidade para finalmente alcançar segurança alimentar global estável e meios de vida decentes para toda a humanidade", disse.

Conforme o ministério, a posição defendida pelo Brasil na reunião virtual foi "convergente" com a de outros países, como Estados Unidos, China, Alemanha e Emirados Árabes. Organizada pela presidência temporária do G20, a videoconferência buscou aprimorar a cooperação global e garantir o fluxo de produtos agrícolas para proteger a segurança e nutrição alimentar mundial durante a pandemia.

Segundo a ministra, no curto prazo, há comida suficiente para todos, mas é preciso trabalhar nos desafios de abastecimento mundial impostos pelo coronavírus. De acordo com Tereza Cristina, o Brasil é um parceiro confiável no fornecimento de alimentos e tem demonstrado capacidade para suprir as necessidades de mais de um bilhão de pessoas em todo o mundo.

"Demonstramos por nossas ações que o Brasil é um parceiro confiável, responsável e solidário. Por reciprocidade, também queremos ter um forte compromisso do resto da comunidade internacional", disse, segundo o comunicado. "A confiança é uma via de mão dupla: estabilidade e previsibilidade no lado da oferta exigem estabilidade e previsibilidade no lado da demanda."

A ministra defendeu ainda que as barreiras comerciais não devem ser levantadas apenas quando ocorrer uma calamidade. "Abandonaremos a retórica, tomando medidas efetivas para realmente melhorar a subsistência dos mais vulneráveis? Ou admitiremos a armadilha de usar a pandemia como uma desculpa para manter os interesses paroquiais enraizados, através da perpetuação do protecionismo?", questionou.

A ministra criticou também o uso, neste momento de crise, de subsídios, que, segundo ela, criam concorrência desleal para países em desenvolvimento e afetam as condições de vida no campo. "O comércio agrícola justo permitiria a disseminação de melhores condições nas áreas rurais, onde a maior parte da pobreza do mundo está concentrada."

Texto por Leticia Pakulski e Célia Froufe

Notícia retirada do portal Broadcast Político. Confira a notícia original clicando aqui.

Camanor está entre as três empresas do país habilitadas para exportar a Coréia do Sul

16/04/2020

A Camanor foi habilitada para exportar camarão a Coréia do Sul. A confirmação foi feita pela própria ministra da Agricultura Tereza Cristina Corrêa. O documento é válido por dois anos, podendo ser renovado.

Além da empresa potiguar, a Compescal, do Ceará, e a Carapitanga, de Pernambuco, também receberam a habilitação.

As empresas estão buscando novos mercados como uma forma de alavancar negócios e criar alternativas diante do momento delicado pelo qual a economia passa.


Clientes e distribuidores da Camanor estão funcionando através de Delivery

Contatos das unidades que estão trabalhando através do sistema de delivery.

06/04/2020

Camanor intensifica ações de prevenção ao COVID-19

Comunicado oficial da Camanor a respeito do COVID-19

25/03/2020

A Camanor tem intensificado suas ações preventivas neste período de pandemia de Coronavírus.

Confira as medidas adotadas a fim de promover uma maior conscientização e preservação da saúde dos colaboradores.

1) Campanhas de prevenção (hábitos de higiene e principais recomendações das autoridades de saúde);

2) Disponibilização de Álcool em Gel 70% em todas as áreas da empresa;

3) Adequação de ambientes compartilhados como forma de manter o maior distanciamento entre as pessoas;

4) Restrição de acesso de visitantes e fornecedores;

5) Desinfecção de superfícies de contato até 6 vezes ao dia na área industrial;

6) Nas atividades de distribuição do produto, os motoristas e entregadores foram orientados a evitar o contato humano-humano com recebedores, além de não compartilhar aparelhos eletrônicos, canetas, etc.

Imprensa nacional destaca participação da Camanor na ANUFOOD Brazil

Camanor marca presença na ANUFOOD Brazil

11/03/2020

A participação da Camanor na anufood mereceu destaque na imprensa nacional. O site Revista Hotéis trouxe a seguinte reportagem: Camanor busca contato com novos clientes na 2ª edição do Anufood.

Presente na 2ª edição da Anufood Brasil – Feira Internacional Exclusiva para Alimentos e Bebidas, que está sendo realizada no São Paulo Expo, na capital paulista, a Camanor, empresa de alimentos marinhos, busca alcançar mais clientes na edição.

Marisa Sonehara, Diretora Operacional da Camanor, apresenta a empresa e comenta sobre a primeira participação no evento: “É a primeira vez que estamos participando da Anufood, nós trabalhamos com Camarão. E como é uma linha de alimentos, nós trabalhamos com grandes redes. Nós somos do Rio Grande do Norte, e somos produtores”, disse.

Sonehara também fez uma análise do seus clientes e sobre o objetivo da empresa na Anufood. “A maioria dos nossos clientes são da ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), então aproveitamos o momento para fortalecer os negócios. A ideia é estar aqui próximos, é uma forma de ter um contato direto com os clientes”.

A Anufood, versão brasileira da alemã Anuga, maior evento mundial do setor, ocupará uma área de cerca de 14 mil m2 e contará com 11 pavilhões internacionais, além de expositores individuais de 24 países. A feira vai até a próxima quarta-feira, das 10h às 19h.

Notícia retirada do portal Revista Hotéis. Confira a notícia original clicando aqui.

Camanor marca presença na ANUFOOD Brazil

Marisa Sonehara e Bruno Macedo na ANUFOOD Brazil 2020

09/03/2020

A Camanor está marcando presença na anufood brazil, umas das principais feiras de alimentos e bebidas. O evento internacional acontece na Expo São Paulo.

A Camanor está com um estande apresentando todos os diferenciais do camarão produzido pela empresa. A diretora Marisa Sonehara e o gerente comercial Bruno Macedo participam do evento.

A anufood se coloca como uma feira exclusiva do setor de alimentos e bebidas, reunindo as grandes empresas do Brasil e as principais instituições representativas do setor.

Camanor lança a campanha 2020 enaltecendo a eficiência e a ciência

Logo da campanha de 2020

27/01/2020

A empresa Camanor, referência no país na produção de camarão, lançou a campanha para o ano de 2020: Eficiência com Ciência, que traz o foco em usar o tempo com sabedoria e a máxima eficiência.

A Camanor se mantém na política da excelência na qualidade do produto, com uma rigorosa política de sustentabilidade, o que garante um grande posicionamento no mercado nacional e internacional.

A empresa, que tem sua principal fazenda de produção instalada em Barra de Cunhaú, município de Canguaretama, traz como uma das suas marcas registradas a tecnologia Acqua Science, baseada na integração de distintos sistemas, como a produção de camarão marinho, produção de tilápia, recirculação, tratamento e reutilização de água, tudo interligado em um único sistema de produção, onde cada um completa o espaço deixado pelo outro de forma sincrônica.

O sistema de produção do camarão Camanor é garantia de qualidade e não é afetado pelos problemas do vazamento de petróleo

O sistema de produção do camarão Camanor é garantia de qualidade e não é afetado pelos problemas do vazamento de petróleo

28/10/2019

A qualidade do camarão da Camanor está garantida e, portanto, não é afetada, em absoluto, pelas intercorrências que ocorrem no mar. Isso acontece pelo fato da produção ser feita em viveiro, a partir da exclusiva tecnologia Acqua Science, baseada na reutilização de água e em um moderno sistema de tratamento.

O sistema funciona a partir da recirculação, tratamento e reutilização de água, todo interligado em um único circuito, com a água tratada e processada. A segurança para a produção e, portanto, garantia de qualidade do produto Camanor é promovida também pelos viveiros em sistema fechado, cobertos com geomembrana, ou seja, sem contato com o solo.

A Camanor, a exemplo do que acontece com toda população, lamentam, profundamente, o gravíssimo crime ambiental que está ocorrendo no nosso país, sobretudo no litoral nordestino.

Esperamos que as autoridades responsáveis pela gestão e fiscalização envolvendo o meio ambiente possam adotar, o mais breve possível, medidas que possam conter a contaminação das nossas praias e promovam a punição dos responsáveis.

Os números da Aquicultura Brasileira em 2018

Núcleo de peixes da Camanor

28/10/2019

Notícia retirada do portal Panorama da Aquicultura. Confira a notícia original clicando aqui.

IBGE aponta que o total da produção aquícola cresceu 2,67% em volume e 9,27% em valor.

O IBGE divulgou em setembro os valores da produção aquícola brasileira em 2018. A produção de peixes foi de 519,3 mil toneladas, um aumento de 3,4% em relação ao ano anterior, gerando um valor de produção de R$ 3,3 bilhões. A produção de camarão cresceu 11,4%, totalizando 45,8 mil toneladas, avaliadas em R$ 1,1 bilhão, um valor 24,2% superior ao gerado em 2017. A produção de moluscos, liderada pelo Estado de Santa Catarina, foi de 14,2 mil toneladas, acusando uma queda de 32% no volume e 28% no valor da produção, comparada com o ano anterior.

Ao todo, a aquicultura brasileira produziu 579 mil toneladas de pescado em 2018, 2,6% a mais que em 2017, avaliadas em R$ 4,9 bilhões, um valor 9,2% superior a 2017 (Tabela 1).

Tabela 1. Produção aquícola brasileira em 2018 – piscicultura, carcinicultura e malacocultura, e a variação (%) do crescimento em relação a 2017

Os números encontrados pelo IBGE para a produção de peixes em 2018 divergem de forma significativa daqueles divulgados em fevereiro deste ano pela PEIXE BR. Segundo essa associação, no ano que passou o país produziu 722 mil toneladas de peixes, um valor 39% maior que as 519 mil toneladas apuradas pelo IBGE.

Insumos vivos

Os laboratórios de produção de pós-larvas de camarão, alevinos de peixes e sementes de moluscos movimentaram 421,7 milhões de reais em 2018, um valor 18,2% maior do que foi apurado em 2017. Segundo a PPM/IBGE, a produção de pós-larvas do camarão vannamei, fechou 2018 na marca das 12,1 bilhões de pós-larvas, um aumento de 11,28% em relação a 2017. Os laboratórios movimentaram 140,3 milhões de reais, um valor 17,67% superior ao apurado no ano que passou (Tabela 2).

Tabela 2. Produção de pós-larvas de camarão, alevinos e sementes de moluscos em 2018 e a variação (%) do crescimento em relação a 2017

A produção de alevinos de peixes de água doce alcançou a marca de 1,25 bilhões de unidades, superando em 14,17% a marca de 2017, e gerou um valor de 279 milhões de reais, 24,15% acima do que foi apurado em 2017.

No que se refere à produção de sementes de moluscos – ostra, mexilhão e vieira –, em 2018 foram produzidas 49,9 milhões de unidades, 32,01% a menos que em 2017, movimentando 1,5 milhões de reais, um valor 15,56% inferior ao apurado no ano passado.

A produção de peixes em 2018

A produção total de peixes foi de 519 mil toneladas em 2018 (Tabela 3), volume 3,41% superior que o apurado em 2017. Neste cenário a tilápia se manteve como a espécie mais cultivada, tendo sido despescadas 311,5 mil toneladas, um volume 10,78% superior ao ano anterior. No total, a produção de tilápia representou 60,0% da produção nacional de peixes.

Tabela 3. Produção dos principais peixes em 2018 e a variação do crescimento em relação a 2017

O tambaqui seguiu sendo a segunda espécie de peixe mais cultivada no país. Em 2018, 102,5 mil toneladas desse peixe foram produzidas, e representou 19,7% da produção nacional. Este volume, no entanto, foi 5,29% menor do que o apurado pela PPM para 2017 (108,2 mil toneladas). A soma da produção dos peixes redondos, incluindo o tambaqui, pacu, pirapitinga e seus híbridos, foi de 156,8 mil toneladas, um volume que representa uma redução de 18,6% na produção de redondos, em relação ao ano anterior.

Além do tambaqui, outros peixes também tiveram seus volumes de produção reduzidos em relação a 2017. São eles: tambacu e tambatinga (-2,65%), carpas (-4,86%), pacu e patinga (-13,43%), pintado, cachara e híbridos (-20,82%), jatuarana, piabanha e piracanjuba (-15,64%), piau, piapara, piauçu e piava (-18,97%), curimatã (-7,42%), pirapitinga (-7,62%), traira e trairão (-7,98%) e dourado (-1,69%).

Além da tilápia, as espécies cuja produção tiveram crescimento foram: matrinxã (11,89%), truta (4,20%), pirarucu (45,99%), lambari (8,58%) e tucunaré (5,26%).

Entre os estados, o Paraná liderou a produção de peixes com 121,2 mil toneladas, um crescimento expressivo de 22,96% em relação ao que foi produzido em 2017, capitaneado pela tilapicultura (Tabela 4). Em 2018, a participação da piscicultura paranaense no cenário nacional foi de 23,3%. São Paulo, também impulsionado pela tilápia, cresceu 8,15%, e produziu 51,5 mil toneladas de peixes, ocupando o segundo lugar no ranking dos estados produtores de peixe. O Estado de Rondônia, mesmo com uma produção 14,5% menor que a do ano anterior, manteve a terceira colocação no ranking dos estados, com a produção de 50,1 mil toneladas em 2018. Minas Gerais cresceu 12,92%, e ocupou a quarta posição com 35,4 mil toneladas e Mato Grosso, mesmo com uma queda de 7,2%, ocupou a quinta posição com 33,9 mil toneladas.

Tabela 4. Produção de pescado por Estado em 2018 e a variação da produção em relação ao ano de 2017

No cenário dos estados, chama a atenção as quedas de 24,8% na produção de peixes na Bahia, 19% na produção de Alagoas, 45,5% na produção de Sergipe, 15,45% na produção do Rio de Janeiro, e 59,8% na produção do Distrito Federal.

Entre os estados que tiveram crescimento registrado, merece destaque o Estado do Piauí que, em 2018, acumulou um crescimento de 40,7% em relação a 2017.

Tilapicultura

Com a exceção do Amazonas, Roraima e Rondônia, o cultivo da tilápia foi apurado em todos os demais estados e Distrito Federal. A tilapicultura está presente em 2.464 (44,2%) dos 5.570 municípios brasileiros. A sua expressiva produção no Paraná (115 mil toneladas), principalmente nos municípios localizados no Oeste do estado, onde se localizam as grandes cooperativas integradoras, é responsável por 37% da produção nacional desse peixe, e 22,1% do total da produção brasileira (Tabela 5).

Tabela 5. Ranking dos dez estados que mais produziram tilápia em 2018 e o percentual de crescimento em relação a 2017

Entre os dez municípios que mais produziram tilápia em 2018, cinco se encontram no Estado do Paraná (Tabela 6). Nova Aurora (PR) foi o município que mais produziu, seguido de Morada Nova de Minas (MG) e Jatobá (PE).

Tabela 6. Ranking dos municípios que mais produziram tilápias no País em 2018

Tambaqui

O tambaqui mais uma vez se destacou como a segunda espécie de peixe mais cultivada no Brasil, 102,5 mil toneladas produzidas em 2018. O volume porém foi menor (5,29%) que o produzido em 2017. Dentre os dez estados que mais produziram esse peixe no ano que passou, merece destaque o Estado de Rondônia. Ainda que tenha tido uma queda na produção (-15,56%) o estado produziu 41,5 mil toneladas, liderando o ranking da produção nacional (Tabela 7).

Tabela 7. Ranking dos dez estados que mais produziram tambaqui em 2018 e o percentual de crescimento em relação a 2017

Carcinicultura

A mancha branca ainda continua dando as cartas, e impactou fortemente a produção de camarão em 2018, quando foram despescadas 45,7 mil toneladas, uma produção 11,39% maior que a de 2017.

A liderança da produção em 2018 ficou novamente com o Estado do Rio Grande do Norte, cuja produção (19,7 mil toneladas) aumentou 28,0% no ano que passou. A produção cearense (13 mil toneladas) cresceu 10,0%, e o estado se manteve na segunda posição do ranking, mantendo uma grande distância de Segipe, o terceiro do ranking, que apesar do crescimento de 4,3%, não chegou a alcançar 3 mil toneladas produzidas (Tabela 8).

Tabela 8. Produção de camarão em todos os estados que produziram em 2018 e crescimento (%) em relação a 2017

O município potiguar de Pendências foi o líder na produção da carcinicultura em 2018, com 3,7 mil toneladas de camarões, seguido de Aracati (CE) com 2,7 mil toneladas. O ranking dos dez municípios que mais produziram camarão vannamei em 2018 pode ser verificado na Tabela 9.

Tabela 9. Ranking dos 10 municípios que mais produziram camarão em 2018

Moluscos

O IBGE apurou que a produção brasileira de moluscos em 2018 sofreu um queda acentuada, da ordem de 32% em relação a 2017. Apesar da produção ocorrer em nove estados do litoral brasileiro, 96,8% de toda a produção nacional está concentrada em Santa Catarina, que sofreu uma queda de 32% em relação ao ano de 2017. Além de Santa Catarina, os estados do Rio de Janeiro, Maranhão e Sergipe, também tiveram redução na produção em 2018 (Tabela 10).

Tabela 10. Ranking dos estado produtores de moluscos em 2018 e crescimento (%) em relação a 2017

A malacocultura é uma atividade praticada em 43 municípios de nove estados litorâneos do país. Entretanto, mais da metade da produção nacional de 2018 foi produzida no município catarinense de Palhoça, com 8 mil toneladas. O ranking com os 12 municípios que mais produziram pode ser visto na Tabela 11.

Tabela 11. Ranking dos 12 municípios brasileiros que mais produziram moluscos em 2018

Camanor participa do Mesa Brasil e faz doações a instituições do RN

Entrega das Tilápias Camanor

21/10/2019

Com uma política social permanente, a Camanor realizou mais uma ação. Dentro do programa Mesa Brasil foram feitas doações para diversas instituições filantrópicas potiguares.

O Hospital Psiquiátrico Severino Lopes, o Hospital Infantil Varela Santiago, o Instituto Juvino Barreto, além do Lar da Vovozinha, Abrigo Deus e Caridade e Fudação Oikos (de Macaíba) receberam lotes de tilápia doados da Camanor.

No seu foco de sustentabilidade e qualidade, a empresa traz a vertente do social, interagindo diretamente com instituições de grande trabalho no Estado potiguar.

Semana do Peixe agora é Semana do Pescado

Logo da 16ª Semana do Pescado

03/09/2019

A tradicional campanha de estímulo ao consumo de pescado no Brasil chega à sua 16ª edição repleta de novidades. Realizada de 1º a 15 de setembro, a Semana do Pescado irá incentivar a comercialização de todos os itens de pescado (peixes, moluscos e crustáceos) no varejo e food service.

Conforme explica Meg Felippe, porta-voz da campanha para assuntos de varejo, a mudança de nome, para Semana do Pescado, tem o objetivo de ampliar a abrangência das ações de comunicação e dar ainda mais visibilidade para todas as categorias de pescado. “Procuramos tornar nossa campanha ainda maior, mais ampla e efetiva. Estamos antecipando a etapa de divulgação para que todos os elos envolvidos possam colher resultados ainda mais expressivos com o aumento das vendas”, destaca.

Nesta primeira fase de mobilização, a intenção dos organizadores é ativar os multiplicadores para que eles iniciem o planejamento de suas ações específicas. Além da articulação institucional com universidades, órgãos governamentais, associações e federações, esta etapa é importante para os produtores ajustarem seu cultivo para sazonalidades e os frigoríficos e importadores prepararem sortimento e oferta correspondentes à Semana do Pescado.

“A Semana do Pescado chega à 16ª edição mais madura. Queremos que o varejo harmonize o discurso sobre a campanha nas grandes redes e que os pequenos e médios regionais possam aderir, pois nosso intuito é ampliar a capilaridade e atingir, de fato, o Brasil todo”, acrescenta Meg. De acordo com ela, o food service também deve participar com preços promocionais, com a possibilidade de festivais gastronômicos, por exemplo.

A Semana do Pescado 2019 é organizada pelo recém-criado Instituto ProPescado e tem o patrocínio de algumas das principais entidades representativas do setor, como a ABIPESCA (Associação Brasileira das Indústrias de Pescados), ABRAPES (Associação Brasileira de Fomento ao Pescado) e Alaska Seafood Marketing Institute, além do apoio institucional de entidades como Associação Brasileira da Piscicultura (PeixeBR), Coletivo Nacional da Pesca e Aquicultura (Conepe), Sindicato dos Armadores e das Indústrias de Pesca de Itajaí e Região (Sindipi) e da Secretaria de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura (SAP/Mapa).

A campanha une forças com a campanha #comamaispeixe, da PeixeBR, para dar convergência às ações de incentivo ao consumo de pescado no Brasil – objetivo comum a todos.

O Instituto ProPescado

Criado em 2019, o Instituto ProPescado é uma entidade que reúne especialistas de todos os elos da cadeia produtiva do pescado para capacitar e fomentar os atores do segmento.

O Instituto, sem fins lucrativos, é um centro de pesquisas, treinamento e consultoria para empresas e entidades de diversos portes da aquicultura, pesca, indústria, varejo e food service.

Período de realização: 1º a 15 de setembro

Como participar?

– Compartilhe as informações do site www.semanadopescado.com.br e das redes sociais

– Informe sobre iniciativas e ações na sua cidade

– Crie iniciativas para gerar vendas de pescado e estimular o consumo

– Use a hashtag #semanadopescado

Notícia retirada do portal ASSERJ. Confira a notícia original clicando aqui.

Camanor marca presença em evento nacional da Abrasel

Estande da Camanor no 31° Congresso da Abrasel

16/08/2019

A Camanor marcou presença no 31º Congresso Nacional Abrasel e Mesa Ao Vivo, que ocorreu em Brasília. A empresa potiguar esteve com um estande mostrando seu produto e interagindo com os clientes.

No estande Camanor, o preparo do camarão ficou sob a responsabilidade do Chef Diodete Filho e o trabalho de divulgação foi realizado pelo representate da Camanor em Goiânia, Camarão Store.

O presidente da Abrasel no Rio Grande do Norte Artur Fontes foi um dos que marcou presença no estande. Muitos clientes também por lá passaram.

A Semana de Prevenção aos Acidentes de Trabalho (SIPATR) na Fazenda Aratuá contemplou uma diversificada programação

Colaboradores da Camanor durante SIPATR 2019

30/07/2019

Esta foi a décima edição do evento, que teve desde palestras sobre qualidade de vida até atividades esportivas. “Aproveitamento integral de alimentos” e “Alimentação Saudável” foram alguns dos temas abordados nas palestras.

O uso dos equipamentos de proteção e segurança no trajeto foi abordado pelo sargento da Polícia Militar Laurindo. O foco esportivo ficou por conta do campeonato de futebol, ganho pelo time da Ração, e a canoagem.

Além disso, também foi promovido um bingo sobre prevenção de acidentes. A SIPATR foi um grande momento que se colocou também como um agradável cenário para integração de toda equipe.

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Equipe da Camanor participa de curso de reciclagem de combate a incêndio

Participantes do curso de reciclagem de combate a incêndio

25/07/2019

As equipes de Brigada de Incêndio da Fazenda Cana Brava e da Larvicultura participaram de mais um treinamento, envolvendo aulas teóricas e práticas, inclusive de primeiros socorros.

As aulas foram ministradas pelo Setor de Saúde e Segurança no Trabalho com o apoio de Ricardo Ney, supervisor de Segurança Patrimonial.

Foram duas turmas, totalizando cerca de 50 funcionários.

Werner Jost representa a Camanor em palestra

Palestrante Werner Jost

17/07/2019

O diretor presidente da Camanor, Werner Jost, foi um dos palestrantes do Fórum de Inovação da Agropecuária do Rio Grande do Norte, promovido pela Superintendência do Ministério da Agricultura no estado potiguar.

O empresário falou sobre a tecnologia Aqua Science desenvolvida pela empresa, que envolve todo o ciclo de produção do camarão.

Werner Jost: "Precisamos ficar mais eficientes"

CEO da Camanor, Werner Jost.

26/06/2019

Os reveses no cenário econômico nacional e internacional, a baixa competividade do real frente ao dólar e a suspensão da entrada dos pescados brasileiros no mercado europeu, maior consumidor do camarão produzido no Rio Grande do Norte, extinguiu o envio desse tipo de crustáceo produzido no Estado ao mercado estrangeiro. As perdas financeiras desde então são consideráveis e não há prazo definido para a retomada desse tipo de comércio.

De 2003 para 2018, por exemplo, a produção de camarão em cativeiro no Rio Grande do Norte saiu das 90 mil para pouco menos de 50 mil toneladas, cuja comercialização ficou restrita ao mercado interno. Ao longo desses anos, inúmeros produtores faliram e os que ficaram precisaram se adaptar ao cenário de vendas reduzidas, mancha branca e instabilidade climática.

Na entrevista a seguir, o diretor-geral da Camanor, Werner Jost, detalha como a então maior exportadora de camarão do Estado precisou se adaptar às mudanças impostas pela dinâmica da economia, pelo impasse entre a União Europeia e o Ministério da Agricultura e Pesca (Mapa) e avalia quais mudanças precisam ser adotadas para que o mercado internacional volte a consumir o crustáceo produzido no Rio Grande do Norte.

Qual análise o senhor faz hoje do mercado da carcinicultura no Rio Grande do Norte e no Brasil?

Sempre se fala numa retomada, numa recuperação. Mas a minha dúvida é: estamos realmente em fase de recuperação? Em geral, o setor tem muitas dificuldades de produção em razão das doenças. Se pensarmos em 2003, nós produzimos 90 mil toneladas. Hoje, com base em dados de 2018, estamos nos aproximando das 50 mil toneladas. Então, em lugar de termos tido um crescimento, estamos abaixo do que produzimos há 15 anos atrás. Isso é muito estranho. Naquela época, em 2003, o mundo achava que o Brasil fosse o maior produtor de camarão do mundo pelo potencial. As pessoas olhavam para a quantidade de terras, os insumos disponíveis, pela agricultura e tudo, e ninguém conseguiu entender como não deslanchamos. Mas acho que os problemas, ao longo desse tempo, tais como baixa produtividade, baixa tecnologia e conceitos errados em relação à saúde do camarão, e isso tudo, no final, refletiu em baixa produção. No verão, todo mundo se anima para ampliar a produção, mas há chuva, doenças e aparece a mortandade do camarão.

problema para a expansão da produção na atualidade é a falta de investimentos em tecnologia?

Antigamente, havia dificuldade com o Ministério Público para poder conseguir licenças para a produção. O Brasil, em princípio, tinha milhões de hectares voltados à carcinicultura. Hoje, talvez tenha 20 mil hectares de produção de camarão, o que é muito pouco. Se compararmos com o Equador, que é um país muito pequeno em relação ao Brasil, ele tem 200 mil hectares. Na Indonésia, são 700 mil hectares. Mas, talvez essa parte de precisar de área para produzir talvez seja um pouco superado pelo nosso sistema 'AquaScience', no qual a gente trabalha uma intensidade muito alta com produção elevada de animais por metro quadrado. No lugar de 10, 20 por metro quadrado, nós trabalhamos com 400 animais por metro. Daí se precisa de muito menos espaço para se produzir bastante camarão.

O objetivo da Camanor é, a partir dessa tecnologia, ampliar a produção sem expandir áreas?

O nosso objetivo é hoje, na Fazenda Canabrava, ter 100 hectares ocupados. Desses, 50 hectares são de produção alta de animais. E nos 50 hectares restantes, a gente vai produzir no futuro mais 50 mil toneladas, que é mais que o Estado produz hoje com todas as fazendas juntas. A tecnologia está mudando.

O senhor está no Rio Grande do Norte há muitos anos e participou dos processos de implementação da carcinicultura, do apogeu e da derrocada do setor. O que aconteceu para que houvesse essa queda tão significativa na produção e, principalmente, na exportação?

Eu acho que, principalmente, por causa das doenças. Ocorreram também decisões ligadas à política que prejudicaram o setor e bem maléficas para a produção. Se trabalhou muito a parte de informalidade, que no final tem um efeito, na ponta, tem um efeito para o consumidor, para a qualidade do produto. Há hoje um potencial imenso de consumo no Brasil. No Sudeste, no interior do país, todos querem consumir camarão. Mas é difícil ter acesso. Porque a logística que foi desenvolvida é muito informal, sem nota fiscal, o camarão é fresco e passa três dias viajando e quando chega ao destino não tem mais qualidade. Então, eu acho que infelizmente não existiu a priorização da qualidade do camarão beneficiado no sentido de congelamento. O camarão congelado é de muito maior qualidade. Pode-se transportá-lo para lugares mais distantes sem perda da qualidade. Hoje, cerca de 80% da produção de camarão é in natura. O cliente vai ao viveiro, com gelo, pesca o camarão coloca num recipiente com gelo e vai embora. Isso facilita muito para o produtor, porque ele contacta a pessoa que vai comprar o camarão, faz tudo lá no viveiro. Mas, no final, pro mercado isso é péssimo. Porque é difícil, hoje em dia, ter acesso a um camarão de qualidade.

Como é possível mudar esse cenário?

Nós, da Camanor, há muitos anos falamos que tem que se mudar essa maneira de processar e vender o camarão. Isso, com certeza, terá impacto sobre o consumo. Devagar, estamos convencendo a clientela que é melhor comprar o camarão congelado, pois há a possibilidade de armazenamento, há o controle via nota fiscal. Mas, isso demanda mais tempo até ele conquistar a nossa confiança.

O Rio Grande do Norte saiu de uma posição de destaque nas exportações de camarão e praticamente zeramos o envio desse pescado ao mercado internacional. O senhor acredita na retomada do envio ainda este ano pro exterior?

A Camanor foi a líder nas exportações nos anos 2000. A gente entregava cerca de 50% da necessidade do Carrefour na França através da nossa empresa. Éramos muito bem avaliados pela nossa qualidade do produto oferecido. O que acabou com nossas exportações foi o câmbio. Quando o governo Lula assumiu estava em R$ 3,80 e depois caiu para R$ 1,50. Isso fez com que a gente perdesse competitividade e fomos o último a sair do mercado de exportações em 2008. As perspectivas agora são complicadas, pois o câmbio está alto. Há muita inflação acumulada e continuamos sem poder de competição, pois os preços do mercado interno são mais caros que no mercado internacional. O mercado que mais se encaixa para o Brasil é o europeu. Mas, hoje, a gente não pode exportar para a Europa.

Por quais motivos?

Houve um desentendimento entre o Ministério da Agricultura e Pesca (Mapa) e a União Europeia. São problemas relacionados a barcos de pesca que atuavam na região Sudeste. Com esse desentendimento, o Brasil suspendeu as exportações de peixes e crustáceos para a comunidade europeia, que deu certo prazo para regularização do caso, que não foi cumprido. Isso culminou com uma suspensão pela União Europeia e hoje nós não podemos exportar para a Europa, que era o nosso principal mercado consumidor. Os melhores mercado para o nosso camarão com cabeça eram a França e a Espanha, que infelizmente estão fechados. Temos dois problemas: o preço e a impossibilidade de exportar. Os Estados Unidos têm um mercado diferente, pois querem o camarão processado, sem cabeça. O nosso custo de processamento é alto e não conseguimos competir com a Ásia nesse sentido. E a Ásia é complicado porque as exportações da China, que é um grande mercado consumidor, são feitas inteiramente pelo Vietnã. O camarão é enviado para lá, passa pela fronteira de maneira ilegal na China. Nós, no Brasil, não conseguimos exportar para o Vietnã porque tem que ser em caixas brancas. As caixas não podem ser identificadas com a logomarca do produtor, pois lá eles dizem que o produto é de origem vietnamita. E o Mapa não permite exportarmos para a China, cujo mercado está fechado. O problema da Europa deverá se revolver em mais seis meses ou um ano. E a parte do custo, do preço, só tem uma saída: precisamos ficar mais eficientes. Na Camanor, pensamos em baixar o custo em 40% com a aplicação de melhorias na genética e criação de animais mais saudáveis, com potencial de crescimento maior.

Como será possível?

Hoje, nosso camarão cresce cerca de 1.5 grama por semana. Então, ele tem um ciclo longo, de aproximadamente 120 dias a partir da colocação da lava no viveiro e a retirada como camarão crescido. Com uma lava mais saudável, a gente quer baixar esse tempo para 60 ou 70 dias. Com isso, o custo baixa muito porque teremos mais ciclos. Será consumida menos ração, pois serão dias a menos. Essa é nossa estratégia. A gente tem que voltar a ter, de novo, capacidade de exportação. O mercado brasileiro é limitado, consome cerca de 15 mil toneladas. Precisamos ter uma porta aberta para a Europa.

Hoje, basicamente, a produção é voltada ao mercado nacional?

Isso. Não existe exportação. Os líderes, as associações falam que o Brasil voltará a exportar, mas eu não vejo isso a curto prazo. São poucas fábricas que trabalham com beneficiamento de camarão, que congelam o crustáceo, que tem capacidade de exportar e possuem o selo para exportar. Com a crise, os maiores beneficiadores fecharam, deixaram o mercado.

Notícia retirada do portal Tribuna do Norte. Confira a notícia original clicando aqui.

São João da Camanor

São João da Camanor que ocorreu em Barra de Cunhaú

18/06/2019

A Fazenda Cana Brava foi cenário para o São João da Camanor, que ocorreu no dia 14 de Junho, e contou com a participação dos colaboradores da Fazenda Cana Brava, da Aratuá e da Larvicultura Camanor.

Foi um momento muito especial de integração entre todos que compõem a empresa. Com música, comidas típicas e, claro, animação, ocorreu tudo no melhor estilo Camanor!

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Camanor participa de um dos maiores eventos de food service do país

Camanor na Fispal 2019

17/06/2019

A Camanor marcou presença em um dos maiores eventos de food service do país. A Fispal Food Service, que ocorreu em São Paulo de 11 a 15 de Junho, foi um sucesso e reuniu fornecedores, clientes e representantes de associações do segmento.

No lounge da Abrasel, a Camanor promoveu ações de degustação do famoso camarão, que foi inspiração para os pratos do chef Antonio Albaneze, especialista em cozinha Brasileira e Contemporânea.

A diretora da Camanor Marisa Sonehara representou a empresa durante a Fispal. Uma grande oportunidade de conversar com amigos, reencontrar e conquistar novos clientes.

Com o fundador da Abrasel Sérgio Bezerra, Edson de Souza da Diamontina Cozinha Industrail e Wilson Calil, do restaurante Caranguejo do Assis, em Vitória (ES), Marisa Sonehara conversou sobre o trabalho empreendido na Camanor e a fase de expansão da empresa.

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CNA E ABCC solicitam celeridade na análise de risco sobre camarão importado do Equador

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10/06/2019

Brasília (06/06/2019) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC) solicitaram à ministra Tereza Cristina, na quarta (5), que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) dê celeridade na análise de risco sobre o camarão importado do Equador.

Segundo a CNA, é importante uma análise de risco completa no produto equatoriano para evitar a entrada de doenças que não existem no País.

“Sugerimos a contratação de um epidemiologista indicado pelo Mapa para fazer essa revisão e pedimos celeridade na análise de risco do Equador,” afirmou a coordenadora de Sanidade Animal da CNA, Lilian Figueiredo.

“Tal medida é necessária visando à prevenção da entrada de doenças e agentes infecciosos causadores de enfermidades que possam impactar de forma negativa a condição sanitária de organismos aquáticos e a fauna brasileira de organismos aquáticos,” disse.

Lilian ressaltou que a ministra sinalizou positivamente para as solicitações da CNA e da ABCC. "A ministra liberou a contratação do epidemiologista e pediu que alinhássemos tudo com a área técnica e jurídica do ministério.”

O presidente da Federação de Agricultura e Pecuária do Ceará (Faec), Flávio Saboya, também participou da reunião e defendeu a solicitação das entidades.

A importação de camarão do Equador foi suspensa em 2018 pela então presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, mas voltou a ser liberada no início deste ano pelo atual presidente da Corte, Dias Toffoli.

Notícia retirada do portal CNA Brasil. Confira a notícia original clicando aqui.

Na Semana do Meio Ambiente, que iniciou no dia 1º de Junho e foi até o dia 5, uma ação que emociona e traz mais vida

Macaco Chico;

06/06/2019

Um macaco Guariba foi encontrado e resgatado do mar por um grupo de pescadores locais de Barra de Cunhaú, dentre eles o atual secretário de turismo de Canguaretama Mucio Filho e seu colega de pesca Nissinho.

O animal foi levado e solto na Mata do Angelin, uma reserva mantida pela Camanor, que contem 80 hectares de Mata Atlântica e se mostra um ambiente muito adequado para o animal, inclusive outros macacos Guaribas já foram vistos na área de preservação.

A mata tem acesso a um rio, que conduz a outra área também de mata. Portanto, o Guariba, apelidado de Chico pelos que o econtraram, estará em um habitat muito adequado.

Equipes Camanor participam do Trekking Uniodonto

Equipes da Camanor no I Trakking Uniodonto;

20/05/2019

A Camanor marcou presença no I Trekking de Regularidade Uniodonto, promovida nesse final de semana.

Os colaboradores da Fazenda Cana Brava e do escritório Central integraram as equipes Fio Dental, que conseguiu o 5º lugar, e a equipe Sorriso, que obteve o 9º lugar.

Outras duas etapas serão realizadas no decorrer do ano.

Camanor promove Sipat com grande engajamento dos colaboradores

Colaboradores em palestra da SIPATR 2019

17/05/2019

Evento intenso na Camanor. A Semana Interna de Prevenção de Acidentes de Trabalho contou com um grande engajamento dos colaboradores, todos envolvidos nas lições e aprendizagens envolvendo prevenção de acidentes de trabalho e o foco na qualidade de vida.

Mas a SIPAT da Camanor contemplou também atividade esportiva e ação voluntária, inclusive com doação de cabelo para pessoas que fazem tratamento contra o câncer.

Ações de saúde voltadas à prevenção, palestras sobre segurança no lar, primeiros socorros e aproveitamento integral de alimentos também foram temáticas da Sipat.

Momentos que promoveram integração entre todos os colaboradores da Camanor, engajados em uma causa única: qualidade de vida e prevenção aos acidentes de trabalho.

Integrantes da CDL Jovem visitam Fazenda Cana Brava

CDL Jovem visita a Fazenda Cana Brava.

10/05/2019

A Fazenda Cana Brava, principal unidade de produção da Camanor, recebeu hoje a visita de alguns associados da CDL Jovem. O grupo conheceu um pouco da história da empresa, a produção e as ações desenvolvidas.

O perfil empreendedor da Camanor e o zelo com que trata e desenvolve as ações voltadas a sustentabilidade impressionaram a comitiva da CDL Jovem.

Camanor promove segundo módulo do programa de liderança

Direção da Camanor participa de reunião da Abipesca

02/05/2019

A segunda etapa do curso sobre liderança foi promovida pela Camanor e voltada aos colaboradores da Fazenda Cana Brava e da Larvicultura, ambas unidades instaladas em Barra de Cunhaú. A temática dessa nova fase foi Manutenção Patrimonial: da teoria à prática.

O gerente do setor de Contabilidade da empresa, Rodrigo Castro, e a encarregada Pamela Ciriaco trouxeram a abordagem desse segundo módulo do Programa de Desenvolvimento de Liderança voltado aos encarregados, supervisores e gerentes. As analistas de processos Samara Noronha e de Organização e de Método Adriana Almeida também participaram expondo, na prática, como é realizado o controle patrimonial da empresa.

Aliando os conhecimentos da teoria e da prática, o módulo foi desenvolvido com os colaboradores Rodrigo Castro e Pâmela Ciriaco destacando a parte teórica da contabilidade e as analistas Samara Noronha e Adriana Almeida enfatizando os aspectos práticos.

Camanor recebe visita de representantes do Ministério da Agricultura e da Secretaria de Aquicultura e Pesca

Direção da Camanor participa de reunião da Abipesca

29/04/2019

Representantes do Ministério da Agricultura e Pesca e da Secretaria Aquicultura e Pesca visitaram hoje a Camanor. Eles conheceram a maior fazenda da empresa, a Cana Brava, onde foram recebidos pelos diretores Werner Jost, Marisa Sonehara e Luiz Henrique Peregrino.

A comitiva foi integrada por André Carneiro / CTQA (Coordenação de Trânsito e quarentena animal) , Valéria Homem /CTQA, Shayene Marzarotto /SAP (Secretaria de Aquicultura e Pesca) e Mauricio Pessoa /SAP.

A diretoria da Camanor explicou em detalhes todo trabalho desenvolvido desde a larvicultura até a produção. Eles também chamaram atenção para o zelo da empresa com as áreas que circundam o trabalho, como é o caso da segurança, que contempla monitoramento 24 horas.

Evento em Natal discute o segmento da carcinicultura e a alerta para os riscos da importação

Direção da Camanor participa de reunião da Abipesca

24/04/2019

A capital potiguar sediou um importante evento que traz para o debate os riscos sanitários com a abertura da importação de camarão. A abertura do seminário foi feita pelo secretário de Aquicultura e Pesca do Ministério da Agricultura, Jorge Seif Júnior e pelo presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão, Cristiano Maia. O secretário estadual de Agricultura, Guilherme Saldanha, e o presidente da Associação Norteriograndense de Criadoresd e Camarão, Orígenes Monte, também estiveram presentes.

O primeiro painel trouxe um grande alerta para os riscos sanitários com a abertura da importação de camarão. O professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Daniel Lanza, chamou atenção, durante sua palestra, para os fatores que precisam ser considerados como riscos para importação dos camarões congelados. Ele chamou atenção para ocorrência de diferentes variantes virais e a subnotificação dos patógenos que ocorrem em países que desejam exportar, entre outros aspectos.

A temática da melhoria da sanidade dos camarões marinhos cultivados no Brasil foi abordada pelo professor doutor Rodrigo Carvalho, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Camanor distribui 200 quilos de peixe em comunidade de Canguaretama

Direção da Camanor participa de reunião da Abipesca

22/04/2019

A Camanor encerrou o período da Páscoa em grande estilo. No Domingo de Páscoa foram doados 200 quilos de peixe para a comunidade do Bom Sucesso, no bairro de Areia Branca, no município de Canguaretama. Esta foi a segunda grande ação social promovida pela empresa nesta Páscoa. A primeira ocorreu com a doação de 100 quilos de filé de tilápia no Lar Espírito Alvorada Nova (LEAN), em Parnamirim. A entidade não governamental atende 40 idosos, que lá residem.

A escolha por Canguaretama para essa mais recente ação ocorreu porque é nesse município onde está localizada a Fazenda Cana Brava.

Camanor faz doação ao LEAN, em Parnamirim

Direção da Camanor participa de reunião da Abipesca

12/04/2019

Nos preparativos para o período da Semana Santa, a Camanor, referência na produção de camarão no país, promoveu mais uma ação social. Na sexta, 12/04, foram entregues 100 quilos de filé de tilápia no Lar Espírito Alvorada Nova (LEAN), em Parnamirim.

A entidade não governamental atende 40 idosos, que lá residem.

A carga entregue pela Camanor foi recebida com muita alegria pela direção do LEAN e os associados.

Novos dirigentes da Poli-Nutri visitam a Fazenda Cana Brava

Direção da Camanor participa de reunião da Abipesca

12/04/2019

O novo presidente da Poli-Nutri Nutrição Animal, Paulo Andrade, visitou a principal fazenda de produção da Camanor, a Cana Brava, instalada no município de Canguaretama.

Acompanhado do gerente nacional de Vendas, Aldo Barbugle, do coordenador regional Norte-Nordeste Santana Júnior, eles foram recebidos pelos diretores da Camanor.

Os representantes da Poli-Nutri conheceram todos os detalhes da produção de camarões, com destaque para o sistema AquaScience, exclusivo da Camanor.

Os dirigentes da Camanor desejaram sucesso aos novos gestores da Poli-Nutri.

Camanor marca presença em evento nacional da Abrasel

28/03/2019

A Camanor está presente em evento nacional promovido pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, que acontece de 26 de março até hoje, no hotel Wish Resort, em Natal. A empresa fornecerá seus produtos para degustação dos participantes do 33º Encontro Nacional da Abrasel, além de marcar presença na feira com um estande.

O evento da Associação tem como tema “O Negócio do Turismo é a Gastronomia”. O encontro conta com a participação de profissionais renomados em diversas áreas, entre chefs, empresários, jornalistas, social medias, entre outros, que apresentarão palestras, cursos e workshops. A programação também conta com feiras de negócios, cozinha show e visitas técnicas. A Camanor agradece a Abrasel pelo convite e parceria.


O diretor da Camanor é entrevistado no programa Jornal da Cidade, da Rádio Cidade 94 FM

18/03/2019

O diretor da Camanor, Sr. Werner Jost, foi entrevistado nessa segunda-feira (dia 18 de março) no programa Jornal da Cidade, da rádio 94 FM. Ele falou sobre a expansão da empresa, com destaque para a Larvicultura, que já foi iniciada em Barra de Cunhaú.

Confira a entrevista completa no video abaixo.


Direção da Camanor participa de reunião da Abipesca

Direção da Camanor participa de reunião da Abipesca

18/03/2019

A Associação Brasileira das Indústrias de Pescado (Abipesca) reuniu alguns dos seus integrantes esta semana, com o objetivo na regulamentação da identidade da qualidade de produtos. A diretora da Camanor, Marisa Sonehara, participou do encontro, que contou com a presença de empresas do segmento de camarão e lagosta. A equipe de coordenação de normas técnicas e registros de rótulos do Ministério da Agricultura também esteve presente.

A discussão desta semana antecede a consulta pública que será promovida sobre o tema. A pauta está concentrada na preocupação de garantir os padrões de qualidade para o camarão e a lagosta, frescos e cozidos.


Camanor abre sua própria Larvicultura

Equipe da Camanor na Larvicultura

12/03/2019

Mais um marco na trajetória da Camanor. As primeiras pós-larvas da sua Larvicultura foram produzidas. O novo empreendimento garantirá qualidade em todo o processo do camarão, desde a sua pós larva até o comercialização. E ainda, consolida o posicionamento da Camanor no mercado nacional e internacional.

As primeiras pós-larvas foram festejadas por toda diretoria e os colaboradores.

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ABIPESCA lança novo vídeo mostrando o potencial do setor

21/02/2019

A Associação Brasileira das Indústrias de Pescado lançou um novo vídeo mostrando todo trabalho desenvolvido pelo setor e a representatividade para a economia do Brasil. As associadas da ABIPESCA capturam 1 milhão de toneladas por ano e concentram 800 mil toneladas de cultivo por ano. São mais de 40 mil empregos diretos gerados.

As empresas integrantes da ABIPESCA concentram 70% das marcadas comercializadas no Brasil, isso significa que quase todo pescado fresco, congelado ou em conserva passa pelos cuidados.

A Camanor integra a ABIPESCA.


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A Camanor está presente, através do @camaraostore, no evento Enchefs, que está acontecendo em Goiania. #enchefsgoias...

Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Terça-feira, 24 de Agosto de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Sexta-feira, 20 de Novembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Terça-feira, 17 de Novembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Quarta-feira, 11 de Novembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Quinta-feira, 05 de Novembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Domingo, 01 de Novembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Sexta-feira, 16 de Outubro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Quinta-feira, 08 de Outubro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Sexta-feira, 02 de Outubro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Segunda-feira, 28 de Setembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Quinta-feira, 24 de Setembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Segunda-feira, 21 de Setembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Sexta-feira, 18 de Setembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Quarta-feira, 16 de Setembro de 2020

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Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Terça-feira, 15 de Setembro de 2020

A Camanor está presente, através do @camaraostore, no evento Enchefs, que está acontecendo em Goiania. #enchefsgoias...

Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Segunda-feira, 14 de Setembro de 2020

A Camanor está presente, através do @camaraostore, no evento Enchefs, que está acontecendo em Goiania. #enchefsgoias...

Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Quarta-feira, 09 de Setembro de 2020

A Camanor está presente, através do @camaraostore, no evento Enchefs, que está acontecendo em Goiania. #enchefsgoias...

Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Terça-feira, 01 de Setembro de 2020

A Camanor está presente, através do @camaraostore, no evento Enchefs, que está acontecendo em Goiania. #enchefsgoias...

Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Quarta-feira, 26 de Agosto de 2020

A Camanor está presente, através do @camaraostore, no evento Enchefs, que está acontecendo em Goiania. #enchefsgoias...

Publicado por Camanor Produtos Marinhos em Terça-feira, 25 de Agosto de 2020

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